domingo, 7 de agosto de 2011

Noite quente

Essa noite estranha, quente, que anuncia o começo de uma nova era (época do ano) - eu meço o tempo por épocas do ano, e eu me sinto velho toda a vez que eu sinto o calor morno ou o frio seco pela primeira vez em cada ano - e eu fico aqui sem sono, sem saber o que fazer. Vai ser verão, derrepente, e daí? Sinto que algo deveria acontecer, e eu fico aqui esperanto o vento trazer.

sábado, 6 de agosto de 2011

Carta à lua

Fiquei pensando hoje em você. Não pensei por muito tempo, mas pensei um tanto que não se tornaria muito desagradável de pensar, por causa que quanto mais agente pensa, mas a saudade aparece. Ai, queria estar com você em algum lugar agora. Queria estar com todos e mais alguns, em algum tipo de festinha, com picolés e drinks e luzes e Air e Pulp e tudo mais.
Fiquei aterrorizado hoje ao lembrar derrepente do calor do verão. Essas coisas de estações do ano simplesmente me chocam muito. É com elas que agente repara o tempo passando, o tempo que já foi, e o tempo incerto do futuro. Fiquei vendo fotos. Somos mesmo muito legais e muito amigos. Todos nós. Pelo menos eu trato as coisas assim. Queria que fôssemos ainda mais. Boa noite para a minha linda e para todos os outros. Beijos.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Nascimento e prisão

quebram brinquedos criados do cobre
do quente sangue e é quisto
o olhar por alguém para aquém,
                                   [alhures!
dos olhares então violentos
vocifera feroz a voz vil
no sangue aquele, velada

Quem sou eu

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Now that San Francisco's gone/ I guess I'll just pack it in/ Wanna wash away my sins/ In the presence of my friends