Can't stand you anymore
Sitting in there, looking ahead
All bored with style
And not looking me back
These little black eyes
You use at everybody
forcing them to love you for a while.
I love you
But should I?
You make me wonder
Should I be happy now?
Should I release all my tensions? My profits?
You make me wonder everything
You move me, I can't fight it
And I don't know if its worth to
I don't know if I ought to
Stand up and walk away
domingo, 16 de março de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
A luz de um poste
A luz de um poste penetra pelas folhagens. Forma-se dela uma estrela: difusa, rala, intensa.
É na penumbra que vem abaixo, depois da grande e retalhada escuridão da copa, que eu me encontro.
Sou ao mesmo tempo repelido de seu centro mas mantido em seu halo, e sobre a influência de seus membros dourados, pressiono-me contra o chão, abandonado por mim mesmo.
Ali, a triste lembrança de um espírito pleno, um sorriso puro, inquieta-me.
Tsc.
Estala uma rebeldia, gerando forças quase suficientes para que eu desvie o olhar.
Shmm...
Quase desvio.
Hffffff...
Mergulho novamente. Mergulho nessa imagem e ela mergulha em mim.
Concentram-se noites de verões a invernos. A nostalgia lembra-me de muita coisa: mas são só imagens, e dúbias. Tudo, desde sempre, diz que sempre existe uma culpa, e ela é sempre de alguém. Talvez alguém muito especial e escondido, talvez a própria estrela e quem passa por ela. Até condenam a solidão. Porém hoje não há alguém.
Hoje imagino fotografias.
Sob a mancha de luz e na sombra, levanto-me. Levanto-me de tal imagem, levanto-me de todas as distâncias e respiro o ar de vidas e mortes. Só existe eu e as coisas, as casas, os postes.
Dou de costas, volto ao caos ordinário. Finalmente para afundar.
É na penumbra que vem abaixo, depois da grande e retalhada escuridão da copa, que eu me encontro.
Sou ao mesmo tempo repelido de seu centro mas mantido em seu halo, e sobre a influência de seus membros dourados, pressiono-me contra o chão, abandonado por mim mesmo.
Ali, a triste lembrança de um espírito pleno, um sorriso puro, inquieta-me.
Tsc.
Estala uma rebeldia, gerando forças quase suficientes para que eu desvie o olhar.
Shmm...
Quase desvio.
Hffffff...
Mergulho novamente. Mergulho nessa imagem e ela mergulha em mim.
Concentram-se noites de verões a invernos. A nostalgia lembra-me de muita coisa: mas são só imagens, e dúbias. Tudo, desde sempre, diz que sempre existe uma culpa, e ela é sempre de alguém. Talvez alguém muito especial e escondido, talvez a própria estrela e quem passa por ela. Até condenam a solidão. Porém hoje não há alguém.
Hoje imagino fotografias.
Sob a mancha de luz e na sombra, levanto-me. Levanto-me de tal imagem, levanto-me de todas as distâncias e respiro o ar de vidas e mortes. Só existe eu e as coisas, as casas, os postes.
Dou de costas, volto ao caos ordinário. Finalmente para afundar.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
De um amigo querido, Marcelo Mamede:
Viajar na imensidão da vida A cada passo, um pouquinho O tempo leva na ida O que a gente deixa no caminho Na memória fica o rastro Dos passos da vida na Terra Bom é saber fazer lastro Com pessoas com quem se erra No errante navegante Errar humano é E se navegar é preciso, antes; A vida dos errantes, precisa não é E de imperfeição per feição Se afeiçoam os que erram Se afeiçoam os que são Apreendendo o que er[r]am
Viajar na imensidão da vida A cada passo, um pouquinho O tempo leva na ida O que a gente deixa no caminho Na memória fica o rastro Dos passos da vida na Terra Bom é saber fazer lastro Com pessoas com quem se erra No errante navegante Errar humano é E se navegar é preciso, antes; A vida dos errantes, precisa não é E de imperfeição per feição Se afeiçoam os que erram Se afeiçoam os que são Apreendendo o que er[r]am
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- Daniel
- Now that San Francisco's gone/ I guess I'll just pack it in/ Wanna wash away my sins/ In the presence of my friends